Crítica: Brightburn – Filho das Trevas | Filme apresenta uma boa ideia, mas erra na sua execução

Confira o que achamos do filme onde pretende apresentar uma versão sombria do Superman

James Gunn, seu primo e seu irmão trazem ao lado do diretor David Yarovesky o filme Brightburn. Que mostra a ideia de um mundo onde o Superman caiu na terra, mas não para ser o seu salvador. Essa ideia nos quadrinhos já foi feita milhões de vezes, mas não ainda no cinema. Então a ideia poderia funcionar, entretanto…

O filme acerta em ser “fiel” ao seu conteúdo original que no caso é o Superman. E também consegue criar uma mitologia e símbolos para esse vilão que poderia ser facilmente o filho do Zod. Os atores também consegue transmitir as dúvidas de ter essa criança e fazem seu papel.

Contudo o filme tropeça em apresentar um enredo mais dinâmico, ficando no básico dos filmes de terror. Em certos momentos ele tenta apelar para cenas com muito sangue, mas não transmite nenhuma emoção. A história tem um início, meio e fim que não mostra nada de novo.

A fotografia também não é ruim, mas não passa de Ok, assim como os efeitos especiais. Nessa parte talvez seja devido ao fato do baixo orçamento. Mas mesmo assim, poderiam ter trabalhado mais o ângulo de câmera, que em algumas cenas passa o medo do personagem.

Brightburn nos passa muito bem a ideia dessa universo invertido do mal, mas falha em sua execução. Talvez com um orçamento maior e um maior desenvolvimento da ideia, veríamos algo que diferente nesse gênero que ronda o cinema atual.

Brightburn: Filho das Trevas
6.3
Brightburn: Filho das Trevas
Bom
  • Uma boa apresentação dessa versão maligna
  • Atores conseguem transmitir suas emoções
Mal
  • Mal desenvolvimento do enredo
  • Terror barato
  • Fotografia e efeitos não transmitem o terror necessário
  • Personagens
    7.5
  • Enredo
    5
  • Fotografia
    6
  • Direção
    6.5
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CriticasFilmes | CriticasJames Gunn

Nerd, Otaku, Gamer, Zueiro e tudo que há de bom! O criador do projeto Nerd Zoom, tentando levar os Nerds aonde nenhum fã jamais foi...
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