Crítica: O Sangue de Zeus | Uma boa tentativa de criar um épico mitológico, que falha em seu enredo

A Netflix continua seguindo em frente com suas produções animadas e tentando cada vez mais entrar nesse mercado com seus produtos originais. Agora eles buscam trazer a mitologia grega...

A Netflix continua seguindo em frente com suas produções animadas e tentando cada vez mais entrar nesse mercado com seus produtos originais. Agora eles buscam trazer a mitologia grega em cena.

Na série acompanhamos Heros, um dos filhos bastardos de Zeus que se encontra em conflito consigo mesmo. E ao mesmo tempo vemos os deuses tendo que enfrentar criaturas antigas que foram criadas a partir do sangue dos antigos Titãs.

E a premissa é boa, e eles tratam muito bem a mitologia grega. A série busca ao máximo trazer com fidelidade os mitos e contos que conhecemos, e dessa maneira a série cria uma ótima ambientação. Contudo por mais que tenha uma ótima ambientação, a série falha nos pontos básicos.

O desenvolvimento do personagens principais que são Zeus e Heros são bem conduzidas, mas ao olhar para os secundários, parece que ninguém teve um desenvolvimento durante toda a série. Os personagens não possuem carisma ou sequer alguma conexão com o público, fazendo a perda de interesse instantânea.

O design dos personagens e também a animação são boas e possuem uma boa qualidade. A falha ocorre ao mostrar as cenas de luta, que parecem não ter impacto nenhum, diferente de outra animação da Netflix, Castlevania.

Os criadores dessa série sãos os mesmo responsáveis pelos filmes Imortais e Death Note da Netflix. A produção como um todo entrega uma boa tentativa de fazer algo nesse mundo fantástico, mas que falha ao esquecer dos pontos básicos de uma narrativa.




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