Crítica: Ghost Wars | Fantasmas à solta, vai encarar?

Nova série com selo original Netflix, chega com mistério, suspense e trama sobrenatural. ...

Agora que superei o meu medo de coisinhas de terror, fico ansiosa com algo do tema que venha me surpreender – o que é raro – ainda mais quando não é “trash”.

A Netflix trouxe no streaming, uma nova série de terror entitulada “Ghost Wars”, que me chamou muito a atenção e eu decidi conferir, a mesma  foi ideia de Simon Barry, co-criador de Bitten e Continuum (para quem não conhece, vale maratonas) –  originalmente estreou no Syfy em Outubro de 2017, com 13 episódios e agora – disponíveis na plataforma da Netzinhaflix.

O cenário e a fotografia – na maioria das vezes com pouca luz – dão um tom propositalmente melancólico e original à cidade de Port Moore, situada no Alasca, de difícil contato e longe de todo o acesso cotidiano, de repente, a cidade começa a sofrer acidentes sem explicação, provenientes de ataques do além.

O legal é que os fantasmas são diferentes dos comuns – não são vultos brancos e nem zumbis em decomposição – e logo no primeiro episódio já é desenvolvido o gancho principal, é “revelado” o que está acontecendo naquele local, e a série se desenvolve em busca de descobrir: como detê-los e evitar que todos na cidade morram – diferente e sem enrolação, isso foi o que mais me prendeu.

Avan Jogia, que brilhou em “Tut”, é o protagonista principal, que deve lidar com o preconceito da cidade pequena, focando em seu lado sobrenatural aguçado – a fim de salvar os outros ao seu redor. E não para por aí, o elenco conta com o conhecido Vincent D’Onofrio, de “Demolidor”,  Kim Coates, Kristin Lehman e o cantor Meat Loaf.

A trama tem seus altos e baixos, tem hora que é misteriosa e noutras é ciência versus religião, mas o que posso adiantar é – o final é extraordinário, digno de aplausos – então, se for dar alguma chance, aguenta firme, e vá até o fim- literalmente até o último minuto, ok?

Fica a dica, até a próxima zoomers!

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Kryptoniana, 25. É série-cinéfila-gamer. Desenhista que começou a tatuar. Ama arte e indie/rock.

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